Universo Em Mente data-urlencoded-name="mente--viajante" class="regular index-page">
manuscrite
Depois que terminaram, ele já não sabia ao certo quanto tempo haviam ficado deitados, como se cada um desejasse absorver o outro pela própria pele. Ele ouvia os ruídos da rua, de vez em quando passos no corredor lá fora, uma voz ao longe. Sentiu o ritmo da respiração dela contra seu peito. Beijou o topo de sua cabeça, deixou os dedos pousarem em seu cabelo embaraçado. Uma paz perfeita descera sobre ele, espalhando-se até mesmo por seus ossos. Estou em casa, pensou ele. É isso.
A última carta de Amor. (via manuscrite)
manuscrite

Sol das 17:30


Abre-se então novas janelas em meu corpo por linhas verticais sobre a pele.

O ar que ja pressionado sobre o peito, sai de mansinho pelas saidas de emergências.

Lagrimas regam meu corpo. O sol das 17:30 atravessam as curtinas.

Após todo o sangue sujo de dor parar de escorrer.

Nascem flores

Meu corpo grita por algo mais

Meu corpo grita por algo mais, um som abafado ecoa pelas paredes da minha alma. Por trás do silêncio puro e frio, por tras dessa grande barreira de aparências.

O escuro ensurdecedor cresce a cada dia, tão rapido quanto os cachos do teu cabelo.

O socorro por trás de letras aleatorias de musicas pouco conhecidas.

- Aumente o som. — Ela gritava

Talvez assim, algo ultrapasse o grito do meu ser.

pessoas vão embora



Uma guerra se inicia com os muros do ego caindo abaixo com o sorriso da pessoa amada que chega

Imagine na sua mente uma música clássica bem alta tocando, aos poucos os muros do ego vão caindo deixando exposto exatamente quem tu és.

A guerra chega ao fim, junto com a musica e aquela pessoa também.

Toda a cena volta de tras pra frente do eco ao escuro infinito e não resta nada…